O reconhecimento é uma ferramenta essencial para se construir uma cultura de trabalho incrível. 

Mesmo sabendo disso, muitas empresas não criam ambientes ricos em reconhecimento. Nos EUA, segundo a Gallup, mais de um terço da força de trabalho cita não ter recebido nenhum tipo de reconhecimento nos últimos 7 dias, e segundo a Globoforce, apenas 14% das empresas fornecem aos seus líderes ferramentas e recursos para reconhecer seus funcionários.

Uma pesquisa da consultoria estratégica McKinsey constatou que o reconhecimento - elogios dados por líderes e colegas - são mais eficientes que bônus em dinheiro como motivadores no trabalho.

O papel do gestor no reconhecimento

Uma das alavancas mais importantes de reconhecimento é o reconhecimento do gestor direto, que está mais próximo do trabalho de cada um dos seus liderados.

Um estudo da consultoria americana Towers Watson descobriu que colaboradores que são frequentemente reconhecidos por seus gestores são quase 70% mais engajados do que seus pares que não são reconhecidos pelos seus gestores:

A importância do papel do gestor fica ainda mais evidente quando vemos que seu papel tem mais impacto no trabalho de quem trabalha em empresas com menor senso de oportunidades e bem-estar, como podemos ver no gráfico acima, ainda da Towers Watson.

O papel dos pares no reconhecimento

Não se restringe aos gestores um papel relevante no reconhecimento. Segundo estudo da SHRM, empresas onde há programas de reconhecimento entre pares (peer-to-peer, ou p2p) tem chances 35% maiores de apresentar menos turnover, e 41% das empresas onde há programas de reconhecimento p2p percebem melhoras nos seus índices de satisfação do consumidor.

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